




António Lopes Aleixo, foi um dos lavradores mais ricos da terra, dono de milhares de hectares de sobreirais e searas, e uma das figuras que, ao estilo do Estado Novo, mais contribuiu para o desenvolvimento da vila antes do 25 de Abril. Numa parcela onde possuía uma vinha, conhecida por «Quinta», mandou construir um bairro social com 56 moradias e doou-o à Santa Casa da Misericórdia. No início, isto é, na década de 60, foi difícil arranjar pessoas com possibilidades de pagar rendas de 80, 100 e 130 escudos. Mas, como diz Maria Antónia, «agora já está tudo repeso de não ter vindo para estas casas».
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